segunda-feira, 27 de novembro de 2017

"Conheça a si próprio."

Uma biblioteca em busca de sua própria história


Uma biblioteca meio "fantasma e com amnésia" busca reconstituir sua própria história. Incrível, mas existe: trata-se da Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Ela não possui uma, digamos, certidão de nascimento - não há portaria ou resolução sobre sua criação, aparentemente um mistério - mas existe fisicamente desde pelo menos meados de 2006 e parece invisível, dado o pouco conhecimento das pessoas dentro do próprio Campus UFRN a respeito do espaço e a quase inexistência de informações na internet, mesmo nas páginas institucionais da UFRN.

Primeiro, o Destaque

Que biblioteca é essa? Hora de pesquisar e buscar informações. E eis que, em meio às indagações, surgiu uma pré-história da "Setorial". Era uma vez um espaço repleto de livros que ocupava as duas últimas salas de aula do Bloco D do Setor de Aulas Teóricas V e pertencia inicialmente ao Curso de Pedagogia - chamava-se Destaque Bibliográfico, e o acervo do espaço foi criado a partir de doações de professores.

Mas, quando surgiu o Destaque Bibliográfico? Há uma data precisa ou, ao menos, aproximada? "O Destaque existia desde o advento dos cursos de Graduação..." - calculou Maria Arlete Duarte Araújo, diretora do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) - "Se tomarmos como base o curso de Administração, que é o curso (com pós-graduação) mais antigo do CCSA, podemos pensar em uns 40 anos atrás". Para se ter ideia, a pós-graduação em Administração teve o projeto aprovado em junho de 1977, e em maio de 1978 o projeto de Mestrado do curso foi aprovado; o Setor V nessa época, estava em fase final de construção.

"(O Destaque) Era um ambiente informal no Setor V, uma área de 274 metros quadrados", prosseguiu Arlete. Ex-alunos de Comunicação Social na primeira metade da década de 1990 lembram de um espaço que lembrava uma mini-biblioteca no local indicado, o que é referendado pelos funcionários mais antigos da Setorial, que participaram da mudança do acervo para o local atual.

Com o passar do tempo, o Destaque passou a abrigar, além do material de Pedagogia, o acervo do Curso de Administração, e aos poucos foi aglutinando acervos de outros cursos abrigados pelo Centro de Ciências Sociais Aplicadas.

Anos difíceis

Porém, o Destaque não era reconhecido formal ou oficialmente como biblioteca, sequer setorial - pela legislação à época, e durante muitos anos, só eram reconhecidas como bibliotecas setoriais as situadas fora e longe do Campus UFRN - , e por isso tinha algumas limitações.

Por exemplo, nenhum funcionário pertencia ao Destaque em si. "O quadro de bibliotecários não era próprio, era formado por colaboradores terceirizados" - anotou Shirley de Carvalho Guedes, bibliotecária da Setorial desde 2007-2008, e que há algum tempo tem "garimpado" a história do local, contado com relatos orais e eventuais documentos para contruir um fio de história - "Este foi um dos problemas que levaram a não se registrar a história deste local em um suporte". 

O fato de não se ter um quadro próprio de funcionários, não bastasse a quantidade reduzida dos mesmos, pesava na organização do acervo, que era mínima. Impossível dar conta. "(O Destaque) Funcionava mais como um depósito. Os acervos que vinham de outros cursos eram 'jogados' lá, e se fazia um registro improvisado desse material", relatou Arlete.

Além disso, segundo antigos funcionários do Destaque que hoje atuam na Setorial, não havia empréstimo de publicações; as consultas só podiam ser feitas no local - inicialmente apenas por professores e pelos alunos de Pós-Graduação (mais tarde, foi estendida a alunos de Graduação).

Do Destaque ao NEPSA

Em abril de 1997, de acordo com levantamento de Shirley, o Destaque foi incorporado ao Sistema de Bibliotecas (SisBi, implantado em 1959 com a criação da Biblioteca Central, atualizado e expandido ao longo dos anos) como biblioteca especializada - a coordenação técnica ficou a cargo da Biblioteca CentralZila Mamede, e a administrativa com a direção do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA). O acervo? Permaneceu onde estava, no Setor V, ainda não havia um espaço específico para ele... e assim permaneceu até a segunda metade da década de 2000.

Em 22 de junho de 2006 foi inaugurado o Núcleo de Estudos e Pesquisas Sociais Aplicadas (NEPSA). E a "Setorial", nas dependências do Núcleo? "A biblioteca surgiu no mesmo dia que o NEPSA foi inaugurado", sustenta Arlete; já pelo levantamento de Shirley, a inauguração foi no ano seguinte (2007).

E a "certidão de nascimento" da Setorial, que não existe? Há uma explicação, segundo Arlete: a biblioteca, justamente por ser setorial e ligada a um Centro, foi reconhecida automaticamente pela legislação relativa ao SisBi desde a data de implantação, nas dependências do NEPSA (atual NEPSA I) - daí não haver portaria ou resolução relativa à mesma.

De toda forma, num primeiro momento o espaço - com 235 metros quadrados, menor que o do antigo Destaque Bibliográfico - não se apresentava plenamente adequado para atender as necessidades de uma biblioteca, e foram feitas algumas adaptações. Com o passar dos anos, a biblioteca ganhou outras benfeitorias. 


Hoje, a "Setorial", com ambiente climatizado, está composta por dois pavimentos - o inferior, com o acervo (que em 2015 possuía cerca de 14.500 exemplares) e o setor administrativo; e o superior, com mesas e cabines para estudo. 

Pauta e produção: Joyce Ingrid // Texto original: Emerson Lucas // Fotos: Elindaelma Santos // Edição e texto final: Rogério Torquato 

sábado, 25 de novembro de 2017

Novas linhas do circular

Expresso reitoria e Expresso C&T: Qual a opinião dos estudantes da UFRN sobre as novas linhas?

No início do período letivo 2017.2 da Universidade Federal do Rio Grande foram implantadas duas novas linhas no campus, essa novidade não agradou a todos.

Os estudantes da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), no início do segundo semestre de 2017, começaram a usufruir das duas linhas que circulam pelo campus: O Expresso reitoria e Expresso C&T, ambos partem da parada do Via Direta, sendo a Reitoria o ponto final desse primeiro e a Escola de Ciências e Tecnologia o desse último.
A ideia dessa implantação se deu devido ao fato de que mais da metade dos estudantes da instituição desciam na parada da Reitoria e na da ECT através das linhas Circular Inverso e Circular Direto.
No entanto, a opinião dos universitários acerca dessa novidade é bem dual: ao passo que alguns adoraram, outros afirmam que preferiam da forma como estava antes.
Vale salientar que essas duas linhas não são frotas adicionais, mas sim parte da frota já existente, recebendo apenas nomes e itinerários diferentes. Os Circulares Direto e Inverso continuam circulando pelo campus, sendo agora de forma reduzida.
Consultamos uma estudante do curso de Engenharia Civil, que todos os dias desce na parada da ECT. “O Expresso C&T economizou muito o meu tempo, porque eu tinha que esperar cerca de 40 minutos e os circulares sempre vinham muito lotados, já que a parada da ECT é uma das últimas antes do Via Direta. Ele passa com mais frequência e quase nunca está lotado.”
Em contraste com a opinião da entrevistada anterior, entrevistamos outro estudante do curso de Educação Física que todos os dias tem aulas no departamento desse curso, que fica localizado perto do Restaurante Universitário. “Eu não posso pegar nenhum dos dois expressos porque eles não vão ao meu destino, e agora que os outros circulares estão reduzidos, tenho que passar mais tempo esperando. Quando estou cansado de esperar, a única opção é ir andando até a parada da Reitoria. Não gostei nada.” 

GRUPO
-Armando Augusto
-Elen Ferreira
-Hariana Carolina
-Leticia Cruz
-Paula Regina
- Vinícius Lopes

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Felinos da UFRN

Como não amar os Bichanos Universitários?



A quantidade de gatos na Universidade Federal do Rio Grande do Norte aumenta a cada dia. Seja por abandono, praticado pela população Potiguar; seja pela quantidade de fêmeas prenhas no local. Até que ocorra uma conscientização da população acadêmica e da população da cidade do Natal, esse número só tende a aumentar.

Hoje, a população felina conta com mais de 750 gatos circulando dentro da universidade. No ano de 2014 houve um mutirão em prol do bem-estar dos animais, visando o controle da superpopulação. Uma ação feita em conjunto com a zoonose de natal, voluntários e ONGs. O fato é que precisa-se que esse tipo de ação voluntária ocorra de ano em ano ou a cada seis messes. O que ocorre muitas vezes é a falta de verba para tal ação e provavelmente um descaso da própria universidade.

Entramos em contato com protetores que atuam no local e com ONGs, como SOS Vitoria Animal, que nos relatou a dificuldade e os perrengues que os felinos enfrentam todos os dias. O abandono é frequente, os felinos não têm segurança e nem vida longa, muitos morrem por atropelamento, envenenamento e agora um outro fator absurdo é que são caçados por cachorros nos fins de semana, de donos que entram na universidade com o objetivo de extermina-los como se fosse um esporte. Os protetores e as ONGs não são os únicos a denunciarem tal fato, relatos também dos funcionários que são responsáveis pela limpeza do local de que criadores de cachorros entram na UFRN com o objetivo de caçar os gatos, como o depoimento de Seu Manoel dos Santos, que trabalha na universidade a quatro anos como ASG, nos relatou ter encontrado alguns gatos que morreram em decorrência do uso dos cães, quando não, mortos por envenenamento.

Hoje na UFRN temos um numero alto de pessoas que cuidam, alimentam, levam ao veterinário, dão um jeito de fazer a castração por conta própria ou com apoio de outros meios, mas são muitos gatos e sempre aparecem mais. Quando percorremos o setor de aulas 1, com o objetivo de entrevistar funcionários e alunos da instituição, ficou claro o amor e afeição que sentem pelos gatos. Exemplo, são os alunos da graduação de Biblioteconomia, Flaubert Muniz Mateus e Mariana dos Santos Duarte que não vem nenhum incomodo por verem eles transitando pela universidade, ao contrário, gostam de gatos e sempre que podem levam ração para os felinos que encontram no caminho. Relatam também que gostariam que a instituição tivesse uma abordagem melhor em relação aos gatos, como um programa de castração e adoção e não esse descaso ao qual a universidade dedica aos felinos.

Mais nem tudo são flores e amor, pois sabemos que tem uma parcela da população acadêmica que não gostam dos gatos, que maltratam e envenenam. Alguns servidores varrem e jogam fora a ração que é colocada para alimentação dos gatos, como também furam e jogam foram os depósitos ou as caixas de leite deixados com água pelos protetores. Os donos dos estabelecimentos que ficam nos setores, alguns relatam que os gatos importunam sua clientela e pedem comida subindo nas mesas e bancadas do local. Que são transmissores de doenças, como a toxoplasmose. Lembrando, que a toxoplasmose não é transmitida em contato direto com o gato, mas pela ingestão de alimentos contaminados com fezes de gato ou pela ingestão direta de traços das próprias fezes do animal infectado, levando-se em conta que as fezes devem estar expostas a pelo menos três dias e que o leitor não tenha a intenção de ir come-las.

Os chutes e empurrões que os gatos recebem, geralmente são causados por busca de alimentação ou o simplesmente por necessidade de carinho. Já presenciamos alguns desses absurdos, ao qual o gatinho acaba saindo machucado, muitas vezes mancando ou pior. Alguns aparecem ate com os olhos furados e lacerações pelo corpo.

Vale a pena lembrar, que, existe a lei de crimes ambientais Nº 9.605/98, que visa a punição para quem mata cão e gato, que abrange qualquer tipo de mau trato com pena de detenção de 1 á 3 anos, com acréscimo de 1/3 da pena dependendo do grau de mau trato ao qual o animal foi submetido.


Apesar de todo o maltrato que recebem e o descaso para com eles da instituição, os protetores e os voluntários de ONGs lutam para que a vida dos felinos dentro do campus seja no mínimo razoável. A necessidade de pensar em soluções para a saúde e bem-estar desses seres indefesos é urgente, visando um programa ao qual conscientize a população a cerca e as consequências do abandono, castração para conter a população felina do local e principalmente campanhas de adoção. Sabendo que o melhor para eles é um lar seguro e amoroso.

Por: Bruno Vinicio do Nascimento Silva (Fotógrafo), Márcia Josélia da Silva Lima (Repórter), Rafael Marques de Paiva (Editor)

Restaurante Universitário reduz desperdício de alimentos em 25%


O Brasil é um dos 10 países que mais descartam alimentos no mundo. Por dia nós jogamos fora 41 mil toneladas de alimentos, o que seria necessário para alimentar 25 milhões de pessoas por um dia. Quando olhamos o contexto anual, a situação é mais alarmante: Jogamos no lixo 15 milhões de toneladas de alimentos em condições de consumo, quantidade suficiente para alimentar toda a população brasileira por 47 dias. Na UFRN a situação não é diferente e um projeto busca conscientizar os estudantes e demais usuários do Restaurante Universitário sobre a importância de evitar o desperdício de alimentos no almoço e no jantar.

O desperdício de alimentos vem sendo abordado através de uma campanha no Restaurante Universitário da UFRN. Fotos e mensagens espalhadas no restaurante mostram o desperdício diário e levam os comensais a refletirem sobre a quantidade de comida que é colocada nos pratos. As Nutricionistas Rosa de Sá e Alba Katarina de Carvalho falam sobre esta iniciativa: “Colocam o peso diariamente do que vai para o lixo para se ter noção de quantos comensais seriam servidos com aquela quantidade de comida que é a sobra do indivíduo. 

Colocaram cartazes e mensagens nas mesas de impacto como „você vai comer tudo que está no seu prato hoje?‟ para que reflitam se é o suficiente para se alimentar.”

O projeto foi criado pela Nutricionista Daniele de Souza e já rende uma economia média de 95 quilos diariamente, somando o almoço e o jantar.
Outra estratégia utilizada na campanha é a divulgação do peso em tempo real para que todos possam acompanhar como está a diminuição do desperdício: “Pesam o lixo e colocam a balança do lado de fora, a copa de lavagem dos utensílios para verem o peso real em tempo real, diminuiu depois da campanha que vem sendo feita a dois meses”. Desta forma os comensais podem verificar como está o andamento no momento que estão deixando seus pratos na copa.

Um dos problemas encontrados é a manutenção da atitude positiva quando se encerram campanhas como estas e as nutricionistas são conscientes: “A maior dificuldade é a conscientização. Foi feita uma campanha antes mas não com a mesma intensidade, durante a campanha tinha redução, quando parava voltava o desperdício, como se as pessoas se esquecessem”.


A mudança real ainda depende de conhecimento e de conscientização de todos nós. O alimento que vai para o lixo hoje poderá fazer falta, então sirva-se apenas do suficiente.

Reportagem:Ayano Alves, Eliud Tavares e Fernandes Barbosa Filho
Redação:Rafaella de Lima e Thiago Macedo

quinta-feira, 4 de março de 2010

O Encantador de Serpentes

O nome O Encantador de Serpentes veio de um sonho, em que o professor de comunicação era o encantador e seus alunos, as serpentes. Do sonho, desdobrou-se um texto mágico (científico, artístico e político) e toda uma metodologia pedagógica de ensino do trabalho jornalístico.

O texto advoga a tese de que a comunicação é uma síntese contemporânea de saberes outrora irredutíveis, um campo epistemológico intermediário entre a ciência, a arte e a política. A publicidade e o jornalismo são vistas como os dois braços da comunicação, em que o jornalismo seria mais científico e a publicidade mais artística. O texto jornalístico em particular é definido como sendo uma escritura de eficácia simbólica com duas características principais: a vontade de verdade e o poder de sedução. A vontade de dizer a verdade é construída a partir da visão sociológica; e o poder de sedução, a Forma, gerada pela sensibilidade artística e pela criatividade em geral.

Há ainda um terceiro termo: a política. O comunicador deveria ocupar uma dupla posição política, servir ao rei e ao povo, escrevendo a favor e contra ao poder para atender as demandas do público e do poder. Assim, cúmplice e sabotador, o comunicador sempre faz parte do sistema, mas luta para modificá-lo. É esta posição dupla que lhe garante a eficácia simbólica. Sua palavra só é mágica porque atende ao povo e ao rei.

Então, como formar comunicadores que tenham a cabeça de um cientista, o coração de um poeta e a astúcia justiceira de um político?

1.   Dividindo a turma em grupos e dando funções específicas. Os mais introvertidos serão os produtores, responsáveis pelo planejamento, organização e a objetividade da reportagem; os mais emocionais e extrovertidos serão os repórteres, chamados a expressar sua subjetividade e a participar das entrevistas; e os mais espertos serão os editores, que organizarão o texto final, levando em conta os interesses do grupo e o impacto no público-alvo. A idéia é que haja também uma rotatividade das funções, fazendo com que cada experimente o trabalho para qual tem menos aptidão.
2.   Todas as pautas devem partir de uma contradição entre crítica e elogio. O produtor deve escolher (ou criar) um assunto sobre o qual existam opiniões diferentes, selecionando dois entrevistados, cada um com um ponto de vista. Tanto a pauta como o texto final devem estar organizados a partir da técnica do lead (o que, quem, como, porque, onde e quando), sendo que na pauta o onde e quando correspondem ao lugar, dia e hora da entrevista a ser realizada, enquanto no texto final esses elementos podem ser contextualizados de outras maneiras. Também se sugerem procedimentos sociológicos (histórico, comparativo, estatístico, monográfico, etc.) como forma de contextualização do conflito que se está reportando.
3.   O texto final deve ter apenas 15 linhas: um parágrafo de lead contextualizado, um parágrafo com o entrevistado A e outro com o entrevistado B. Caso o grupo com o entrevistado A e não com o B, pode o editor inverter a ordem, para que o ponto de vista desejado fique no final. Mas, deve-se evitar a manipulação subliminar, informando sua opinião de forma elegante (na terceira pessoa) e deixando ao leitor o direito de decidir seu lado no conflito apresentado.

É claro que fui muito combatido. Disseram desde que eu era um professor que 'pensava que era o Batman do jornalismo quando entrava na internet' até que eu, 'transformando o comunicador em super-herói, estava ensinando de modo cínico a arte da encrenca (gerando conflitos) e da manipulação'. Mas, nada disso me dissuadiu do prazer de ensinar a pensar dialeticamente, vendo os alunos aprenderem a criticar e elogiar um mesmo objeto, e, com o tempo, a descobrir como produzir diálogos e não conflitos[1].





[1] Parte desse trabalho (1999-2003), importante para a memória do ensino de jornalismo da UFRN, ainda está disponível na Oficina de Mídia Digital: http://jornalista.tripod.com/